Médicos cubanos: desmascarando a mídia fascista
O médico cubano que virou prefeito de Mucajaí, Roraima, foi ouvido pela Rádio Bandeirantes e desmascarou os farsantes que fazem intensa campanha contra os médicos da ilha revolucionária. Ele disse que os profissionais de saúde que saem do país exercem dois orgulhos: prestar solidariedade a quem precisa e enviar recursos para o Estado cubano continuar a investir na formação de mais médicos com a excelência conhecida e comprovada.
À Folha de S. paulo, ele disse:
"Sou da primeira leva de médicos cubanos que veio a Roraima integrar o programa "Médico em Sua Casa". Quando falaram que vínhamos, procurei no mapa e achava que era só selva, índio e malária, aquela imagem estereotipada. Mas era totalmente diferente. Não tínhamos medo, pois vivíamos em Cuba o espírito da solidariedade, de nacionalismo proletário e da ajuda ao próximo. Era um desafio. Mandávamos metade do salário para Cuba, pois nossa formação acadêmica não nos custou nada e ainda contribuíamos para outros se formarem. Ficávamos com R$ 1.500 — éramos ricos."
O médico cubano que virou prefeito de Mucajaí, Roraima, foi ouvido pela Rádio Bandeirantes e desmascarou os farsantes que fazem intensa campanha contra os médicos da ilha revolucionária. Ele disse que os profissionais de saúde que saem do país exercem dois orgulhos: prestar solidariedade a quem precisa e enviar recursos para o Estado cubano continuar a investir na formação de mais médicos com a excelência conhecida e comprovada.
À Folha de S. paulo, ele disse:
"Sou da primeira leva de médicos cubanos que veio a Roraima integrar o programa "Médico em Sua Casa". Quando falaram que vínhamos, procurei no mapa e achava que era só selva, índio e malária, aquela imagem estereotipada. Mas era totalmente diferente. Não tínhamos medo, pois vivíamos em Cuba o espírito da solidariedade, de nacionalismo proletário e da ajuda ao próximo. Era um desafio. Mandávamos metade do salário para Cuba, pois nossa formação acadêmica não nos custou nada e ainda contribuíamos para outros se formarem. Ficávamos com R$ 1.500 — éramos ricos."

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